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“S. Tomás de Cantuária usava uma camisa de penitente por baixo do seu ouro e púrpura, e muito há a dizer a favor desta combinação, porque ele tirou o benefício dessa camisa de penitente, ao passo que o povo da rua aproveitou o benefício do ouro e da púrpura. E isto é, sem dúvida, melhor do que o processo do moderno milionário que, para os outros, se mostra negro e sujo exteriormente, mas traz ouro junto ao coração”.
G. K. Chesterton, “Ortodoxia” (Ed. Livraria Tavares Martins), pág. 161