sábado, 1 de fevereiro de 2014

Morreu o teólogo João Batista Libânio

Morreu na quinta-feira, 30, o padre jesuíta João Batista Libânio, grande teólogo brasileiro, da teologia da libertação, mas também da pastoral urbana.



No sítio digital dele (aqui), há de voltar a ser possível conhecer alguns dos seus escritos. E há aqui uma revista digital sobre o seu percurso e pensamento.

Agradeço ao P.e Pedro José, que nos seus tempos brasileiros me deu a conhecer este teólogo.

7 comentários:

Anónimo disse...

Então? Não vai falar de flores, em nome da Maria João Sande Lemos, para a TV?

Anónimo disse...

Não se esqueça de "ver" alguma coisa acerca do Torgal. O que está a fazer ao colega mais novo é no mínimo... Sujo.

Jorge Pires Ferreira disse...

Não sei do que falam, quanto ao Torgal e a Maria João Sande Lemos. Tv é coisa que só pratico a desoras.

Pedro José disse...

"Soube agora «tardiamente»... ando sempre distraído. Soube ironia das coisas, pela leitura da Tribo de Jacob: é dando que se recebe... Se fosse possível estaria presente no funeral. Como não é vou «apenas» rezar hoje, sob intenção, na Missa a concelebrar na Paróquia de N.S. da Encarnação. Morreu o maior Teólogo do Brasil (pelo menos um dos...) que tive a oportunidade de conhecer pessoalmente, em Belo Horizonte, e a quem escrevi e de quem recebi resposta, sobre um livro nunca publicado... A quem li, leio e voltarei a ler no futuro enquanto o "Olhar teológico". - Pe. Pedro José: 03-02-2014.

Anónimo disse...

Quanto mais negas, mais te enterras. Lamentável.

Jorge Pires Ferreira disse...

Esclarecimento a terceiros:

Há um anónimo que de vez em quando teima em colar-me ao movimento Nós Somos Igreja. Já disse tal anónimo que pertenço ao NSI, que ando a falar na TV pelo NSI (!), que sou porta-voz do NSI, etc. etc.

Maria João Sande Lemos está ligada ao NSI.

E neste contexto se compreende o primeiro comentário de todos e o das 11h46, que devem ser da mesma pessoa.

Infelizmente, o anónimo não quer esclarecer as suas dúvidas (que chegam a configurar aquilo a que se chama "levantar falso testemunho") em privado. Perderia a capa. Prefere o conforto e, neste caso, a cobardia do anonimato.

Anónimo disse...

Do eventualmente pouco q sei sobre teologia da libertação suspeito que cometeu um enorme erro ao pretender apartir de ideias e propósitos com algum sentido e validade, como sejam a defesa dos mais pobres, por a relação com Deus cada vez mais de lado ideologizando-se, no fundo seguindo alguns contornos dos regimes marxistas que buscavam o homem novo e a filicidade jà aqui na terra. Essas utupias viu-se bem ao q levaram. Sem querer fazer tábua raza Francisco como aliás o próprio Bento XVI conseguiram descortinar que gritantes injustiças e desigualdades e algum adormecimento da Igrja poderiamter estado na génese da teologia da libertaçao, a qual se não tivesse sofrido do virus do pecado do orgulho e da autosuficiencia poderia ter tido utilidade e servir para dar uma guinada no leme da Igreja. Julgo q JPIi e BentoXv estavam preocupados com essa deriva marxista e ideologica do conceito inicial.mas isto é apenas alguém com um conhecimento nao aprofundado
Jacomd

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