terça-feira, 18 de dezembro de 2012

A polémica da pedofilia na igreja portuguesa na "Visão" da semana passada







Na "Visão" da semana passada. Como Igreja, vamos aprender alguma coisa com esta situação?

13 comentários:

Anónimo disse...

Pelas respostas que os Bispos têm dado perante questões que o Publico lhes colocou recentemente, creio que em alguns casos vamos no bom caminho.
Os que ignoram... ou chutam para canto... ou até mandam responder "que interesse terá noticiar isto", devem andar confundidos sobre o que é o Bem da Igreja...

Anónimo disse...

Portugal não é o primeiro país onde isto acontece, mas nos últimos tempos muito se tem falado sobre este tipo de escândalos. Este tipo de situações já antes existiam, mas não eram denunciadas. Os responsáveis há muito que sabem, mas há dificuldade em assumir. Será o fim do celibato a solução? Talvez sim, talvez não. Será a ordenação de mulheres uma solução? Talvez sim, talvez não. Ficar como está é que acho profundamente errado. A lei diz que é crime aquilo que ela própria considera crime, mas na lei de Deus (consequente da Igreja) isso deveria ultrapassar as palavras escritas.
Vamos ver no que vai dar!...

Anónimo disse...

Hoje o bastonário da Ordem dos Médicos disse que o denunciar publicamente que há 30 cirurgiões que não fizeram uma (!!!) cirurgia durante todo o ano, uma falta de consideração e respeito pelos cirurgiões que trabalham. E falar dos padres pedófilos, não é falta de consideração e respeito para os padres que não o são? Enfim. Não: o casamento dos padres não diminuiria a pedofilia, pois mais de 95% dos casos são cometidas por pessoas homossexuais. Se se impedir o acesso de homossexuais ao sacerdócio, então sim. Mas há resistências de algumas ordens: dominicanos e jesuítas à cabeça.

Helena V. disse...

Pode, por favor, revelar a fonte em que se baseia para afirmar que "mais de 95% dos casos [de pedofilia] são cometidas por pessoas homossexuais"? Presumo que não existe...
Que se diga que a pedofilia se verifica em pessoas que sofrem de uma qualquer forma de parafilia, parece-me razoável. Mas nem a homossexualidade é uma parafilia nem é honesto estabelecer uma relação entre estas duas realidades necessariamente distintas. A pedofilia é uma perversão. A homossexualidade, como a heterossexualidade, não o é.

Anónimo disse...

Helena V. Se não tivesse dito "presumo que existe", até em dava ao trabalho de lhe aqui colocar um link que retirei, precisamente, deste blog. Mas como disse-o, olhe: permaneça na ignorância que a verdade não se importa. E fale sobre si acerca do que considera uma perversão. Para o islão, seguindo o exemplo de Maomé, a pedofilia é uma bênção.

Anónimo disse...

Estudos sem fundamentos, afirmações desmedidas... Enquanto cristão, aprende-se a respeitar o próprio corpo e o do próximo. A guardar castidade. A não cobiçar o que é alheio. Cristo afirmou: "Tudo o que fizeres a um destes pequeninos é a Mim que o fazes"... A questão não tem a ver com a inclinação sexual de ninguém, havendo celibato, a meu ver, é indiferente ser hetero ou homo. A questão tem a ver com o perfil e personalidade da pessoa a ser ordenada, bem como exames e testes que possam ser-lhe feitos para detectar possíveis desvios. Estamos a falar de pessoas de moral elevada, espelho para as demais. Alguém sabe como é feito todo o processo de selecção dos candidatos ao sacerdócio? Passam por exames rigorosos efectuados por entidades independentes?

Anónimo disse...

Anónimo das 9:07, a resposta à sua pergunta só pode ser uma: sim: estudo da máxima credibilidade realizado por duas universidades laicas dos USA a pedido da conferência de bispos dos USA. Busque neste blog um link para tal documento.

Helena V. disse...

A verdade "importa-se", caro anónimo da 11:55. Se a "verdade" é o próprio Jesus, pela eloquência da sua vida e Palavra (quantos às palavras, furtou-se a elas, quando Pilatos o interrogou nesse sentido), é toda Amor e acolhimento: "importa-se", verdadeiramente se importa! Essa "verdade" que refere há de ser a sua, caro anónimo (já agora, que pena não se identificar quando disfere acrimónia e azedume... por que se esconde?)
Que pena a "verdade" de todos nós - digamo-nos crentes em Jesus ou não - não seja só a do Amor! Pense nisto.
E já agora também, o meu "presumir" é o benefício da dúvida que, numa conversa cordial e não tendo a pretensão de tudo conhecer, lhe concedi, como meu interlocutor. Que pena também não o compreender nem respeitar.
O resto, pouco me importa, neste momento e dadas as circunstâncias. Permaneço na "ignorância" e peço a Deus sabedoria. Também para si, caro anónimo.

Anónimo disse...

Helena V. Engana-se! Jesus não acolheu toda a gente. Que Evangelhos anda a ler? Essa lenda do Jesus bonzinho é exactamente isso: uma lenda. Anónimo não é esconder-me: é não ter conta no gmail. Preciso de a ter para escrever neste blog? Já se mete na vida dos outros? Essa verdade a que me refiro não é minha, é a verdade objectiva. Pura e simples. Custa-lhe saber a verdade? Isso tem cura. E para que saiba: foi a senhora que começou a duvidar dos demais. Isso não é presumir: é lançar a suspeição, é atacar a honestidade do outro, é ofender a sua mais profunda dignidade. Pense nisso e vá à procura do link a que me referi.

Jorge Pires Ferreira disse...

Ó das 12:29,

"Anónimo não é esconder-me: é não ter conta no gmail. Preciso de a ter para escrever neste blog?"

Não é preciso relevar a identidade. Permito anónimos. Pode haver razões para esconder a identidade. E quem quiser dizer e fazer o bem, pode sempre fazê-lo anonimamente. É a principal razão para manter a possibilidade do anonimato.

Mas se alguém lhe pede a identidade, não seria melhor dá-la? Ou dizer por que não a dá?

Desculpar-se com as características do blogue é só uma desculpa que não explica nada e, parece-me, menorizar o interlocutor.

Já agora, por que não faculta o link?

Helena V. disse...

"Ando a ler", ou antes leio, os Evangelhos de Lucas, Marcos, Mateus e João.
E o caro anónimo, que Evangelhos lê? Onde encontra a "verdade" que diz ser "objetiva, pura e simples"? O que é a verdade, afinal?
É a "sua [a do caro anónimo] mais profunda dignidade"?
Se essa verdade da sua "mais profunda dignidade" é honesta e verdadeira (sabemos como nem sempre o que seja a "verdade" é autêntico e verdadeiro, por o (re)criarmos...), peço deswculpa pois não pretendia, de facto, feri-la.
Saiba aliás, que é por causa da sua "dignidade" (não pelo rosto, pelo nome, que insiste em esconder...), que ainda me digno responder-lhe :-)

HD disse...

Há “anónimos” que se cruzam neste blogue - tão doutos em teologia, mas com uma atitude taliban, que envergonha o seu saber. O saber é irrelevante, quando se demonstra um carácter terrorista, muito distante de um seguidor de Cristo; pois esses sabem ouvir, respeitando a diferença e dão a cara.
HDias

Anónimo disse...

Sua Eminência bem pode pegar na cabeça!

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