terça-feira, 30 de outubro de 2012

...E o cemitério é o lugar do sono (segundo a etimologia cristianizada)


Ser o homem mais rico do cemitério não me interessa… Deitar-me à noite a pensar “hoje fizemos algo maravilhoso”, isso é que é importante para mim.

Steve Jobs (1955-2011)

3 comentários:

Anónimo disse...

Boa tarde Jorge,

vi-me a ser arrastado pelo meu neto mais velho a ir ver o novo filme de James Bond e achei interessante um apontamento: parece que o mesmo é um crente católico. Será que isso explica o facto de ele ser um mulherengo, beberrão e frequentador de más-companhias? Cheira-me a intriga no ar.

Fernando d'Costa

Jorge Pires Ferreira disse...

Olá, Fernando.

Um dia destes, Bond converte-se. Religa-se, que deve ser algo como re-bond.

Até o jornal do Vaticano fala do espião.
http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?tpl&id=93073

Com a sua sugestão (porque a deixou? Só por causa de ser mulherengo, beberrão e andar em más companhias?) procurei e vi que Ian Flemming ter-se-á inspirado nuns Bond que era católicos ("recusants" - como a família do Fernando?) e apoiavam os Stuart. Gostava de ter tempo para voltar ao assunto.

Anónimo disse...

Boa! Não sabia isso do Osservatore Romano (apenas verifiquei que no filme Bond regressa à casa de família que tinha uma capela escondida desde o tempo das perseguições da reforma), mas, de facto, é isso que se pode ver na página 4 do mesmo de hoje . Intrigante, de facto.

Fernando d'Costa

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