A fé, que preserva a diferença do elemento cristão, precisa também de ser crítica. Se esta última palavra soar aos ouvidos de alguém como concessão à moda, pode calmamente substituí-la pela expressão «pronta para a penitência», pois esse é o significado da palavra «crítica». A penitência constitui a crítica mais radical. Exige uma conversão, que afeta os fundamentos. Radica no retorno escatológico de todas as coisas. Uma crítica assim entendida pode e deve, no futuro, existir também na Igreja.
Walter Kasper, "Introdução à fé", pág. 182
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
-
Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
-
Paulo V (Camille Borghese) foi eleito papa no dia 16 de Maio de 1605 e morreu no dia 28 de Janeiro de 1621. No tempo deste Papa foi inaugur...
-
O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
Sem comentários:
Enviar um comentário