Um diálogo inter-religioso, no qual se tenha de pôr no congelador as mais profundas convicções para assegurar um fácil intercâmbio de generalidades espirituais, seria uma perda de tempo.
Timothy Radcliffe na pág. 237 de "Ser cristão para quê?" (ed. Paulinas)
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
-
O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
-
Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
-
P.e Gabriele Amorth Ando a ler “Mais fortes que o mal. O demónio, reconhecê-lo, vencê-lo, evitá-lo”, do mui célebre exorcista italia...
1 comentário:
Claro que sim! O que se pretende é um diálogo profundo. Diálogo, não monólogo.
Já tenho ouvido esta frase (ou parecida) para justificar a ausência do tal diálogo.
Enviar um comentário