"Ser Papa – porque se é bispo de Roma em comunhão com os bispos do mundo inteiro – e chefe de Estado, ainda que minúsculo, pode ter vantagens diplomáticas, mas presta-se a confusões que os porta-vozes do Vaticano e das conferências episcopais terão sempre dificuldade em gerir", escreve Bento Domingues, no Público de hoje, a propósito das contradições entre o Presidente da República e a Conferência Episcopal Portuguesa na altura de anunciar a vinda do Bento XVI em Maio de 2010.
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