Karl Rahner escreveu em 1962, com o Concílio a iniciar-se: “Com Ratzinger, entendo-me bem. Ele é muito estimado por Frings”. Ranher viu ser levantada, à última hora, a “censura preventiva” que o impedia estar presente no concílio. Estes dois seriam os teólogos mais influentes no Vaticano II. Ratzinger foi como especialista de Frings, cardeal de Colónia. Rahner, a convite de Konig, cardeal de Viena.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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P.e Gabriele Amorth Ando a ler “Mais fortes que o mal. O demónio, reconhecê-lo, vencê-lo, evitá-lo”, do mui célebre exorcista italia...