domingo, 1 de janeiro de 2012

Nocturno



Se não vieres,
Senhor,
Quem poderá curar
A ferida de amar?
Sozinho com o cacho de um coração pesado,
Por toda a parte
Me queimará a ausência
Sem que jamais se consume
Este desejo de borboleta nocturna
Pela estrela
Até quando, enfim, até à aurora
Consentir.


Gilles Braudry

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