Na “Visão” desta semana, numa curta entrevista a Paolo Pinamonti, antigo responsável do Teatro Nacional de São Carlos e actual director, por três anos, do Festival Terras Sem Sombra, no Baixo Alentejo, este afirma que visitou “várias igrejas e dioceses recuperadas que estão lindíssimas”. Estranho o uso de “dioceses recuperadas”. Se fosse capelas. Ou templos. Ou até paróquias. Mas não estranho que diga que o festival que já vai na sétima edição, começa amanhã, descentralizado, inclusivo, com vinho e biodiversidade, seja um “projecto muito interessante, porque a experiência do sagrado marca a música culta: não há compositor, antigo ou contemporâneo, que não tenha passado por ela”.
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