Todos aqueles que rezam o Pai-Nosso diariamente concordam que esta oração é inesgotável. Estamos recorrentemente a encontrar nela novos tesouros da sabedoria e do amor de Deus.
Anselm Grun
segunda-feira, 1 de abril de 2013
domingo, 31 de março de 2013
Bento Domingues: "A vida triunfa da morte"
Bento Domingues no "Público" de hoje:
Se para afirmar Deus fosse preciso sacrificar o ser humano,
Deus estaria condenado e o ateísmo justificado. Deus, acolhido e celebrado como
fonte de vida, foi acusado, na modernidade, de roubar a liberdade, a
criatividade e a felicidade ao ser humano. O teólogo não pode recusar a
participação numa investigação pluridisciplinar, capaz de apurar as
responsabilidades das religiões, das igrejas e da cegueira humana, nessa
acusação. A crítica das práticas e representações alienantes da religião
pertence ao seguimento de Jesus Cristo. Não há discipulado sem a democratização
desta atitude na Igreja.
Crítica não é má língua esterilizante. Para conceber e
experimentar novos caminhos e expressões que assumam a tradição no seio da
criatividade multifacetada de cada época, ou nos seus desvarios, é
indispensável discernimento. Só um Deus de puro amor pode ajudar a humanidade a
ser humana.
sábado, 30 de março de 2013
Papa Leão 33 no Diário de Notícias
Algures no sítio do DN existe um Leão 33. Trata-se, é claro de Leão XIII, eleito em 1878, tinha o DN 13 anos (fundado em dezembro de 1864).
Anselmo Borges: "Francisco, Bismarck e as bem-aventuranças"
Texto de Anselmo Borges no DN de hoje.
Numa obra cimeira, "Ser e Tempo", Martin Heidegger, um dos maiores filósofos do século XX, retoma a famosa fábula de Higino sobre o cuidado. O texto latino da fábula conta como Cuidado modelou uma figura a partir do barro, pedindo depois a Júpiter que lhe insuflasse o espírito, levantando-se então uma disputa sobre quem deveria dar o nome a essa figura, pois esse direito era reclamado por Cuidado, por Júpiter e pela Terra. No meio da contenda, foi escolhido Saturno como juiz, que assim decidiu: o nome para a nova criatura será "homem", pois foi feito a partir da terra, "ex humo" (em latim); na morte, Júpiter receberá o seu espírito e a Terra acolherá o corpo. Mas quem o manterá e terá solicitude com ele enquanto viver será Cuidado. Saturno (o Tempo) escolheu Cuidado precisamente pelo papel decisivo que cuidar desempenha na formação, desenvolvimento e manutenção do ser humano até à morte, incluindo o morrer. Para Heidegger, o cuidado é um existenciário, estrutura originária da existência. O que é a existência sem o cuidado, cuidar e ser cuidado?
No passado dia 19, na Missa do início do ministério petrino do bispo de Roma - já não se fala em entronização -, o Papa Francisco dedicou a homilia precisamente ao cuidado. E disse que os cristãos guardam Cristo na sua vida, "para guardar os outros, salvaguardar a criação".
Mas a vocação para cuidar, preveniu, "não diz respeito só aos cristãos, tem uma dimensão que antecede e que é simplesmente humana, diz respeito a todos. É cuidar de toda a criação, da sua beleza, como nos é dito no Génesis e como nos mostrou São Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo meio ambiente em que vivemos. É o cuidar das pessoas, cuidar de todos, de toda a pessoa, com amor, especialmente das crianças, dos velhos, dos que são mais frágeis e que muitas vezes estão na periferia do nosso coração. É cuidar uns dos outros na família: os esposos cuidam um do outro; depois, como progenitores, cuidam dos filhos e, com o tempo, também os filhos assumem o cuidado dos pais. É viver com sinceridade as amizades, que são um cuidar recíproco, na confiança, no respeito e no bem. No fundo, tudo está confiado à guarda do ser humano, e é uma responsabilidade de todos. Quando não nos preocupamos com a criação e com os irmãos, então ganha terreno a destruição e o coração torna-se árido", "surgem planos de morte, destrói-se e desfigura-se o rosto do homem e da mulher."
E Francisco Papa pediu um favor a todos quantos ocupam lugares de responsabilidade no âmbito político, económico ou social, a todos os homens e mulheres de boa vontade: "por favor, sejamos 'guardiões' da criação, do desígnio de Deus inscrito na natureza, guardiões do outro, do meio ambiente; não deixemos que os sinais de destruição e de morte acompanhem o caminho deste nosso mundo".
Mas, lembrou, para "cuidar e guardar", precisamos de "cuidar também de nós mesmos. Recordemos que o ódio, a inveja, a soberba sujam a vida", e é do coração que "saem as intenções boas e más: as que constroem e as que destroem". E teve esta afirmação inesperada num Papa: "Não devemos ter medo da bondade; mais ainda: nem sequer da ternura." Acrescentou: "O preocupar-se, o guardar, o cuidar requerem bondade, pedem ser vividos com ternura." A ternura não é "a virtude dos débeis; pelo contrário, denota fortaleza de ânimo e capacidade de atenção, de compreensão, de verdadeira abertura ao outro, de amor. Não devemos ter medo da bondade, da ternura".
O bispo de Roma, sucessor de Pedro, "também tem um poder", mas "nunca esqueçamos que o verdadeiro poder é o serviço".
Pela simplicidade, humildade, cordialidade, serviço, Francisco conquistou a simpatia de todos, crentes e não crentes. O Evangelho avança como notícia boa e felicitante. Mas a Igreja é também uma estrutura complexa e um destes dias Francisco vai confrontar-se com o seu governo e ter de fazer reformas profundas na Cúria Romana, reconduzida "até novas ordens". Aí, enfrentará problemas, pois, como se diz, já Bismarck se queixava, porque com as bem-aventuranças não conseguia governar a Prússia.
Páscoa feliz!
Pelos pecados de todos
A propósito da falsa surpresa de o Papa Francisco se ter deitado de bruços no chão da Basílica de S.Pedro, uma leitora, a Teresa, informou que a Ecclesia ilustrou uma notícia com Bento XVI prostrado. Do leitor e amigo Luís Manuel, recebi a mesma foto com a indicação de que se trata da Sexta-feira Santa de 2007. Agradeço aos dois.
Bento XVI na Sexta-feira Santa de 2007
sexta-feira, 29 de março de 2013
Mais uma falsa surpresa do Papa Francisco
Do Público de hoje (online, aqui):
O Papa Francisco causou surpresa esta tarde ao deitar-se de
bruços no chão da Basílica de S. Pedro, em Roma, e rezar nessa posição durante
alguns minutos.
Na realidade, o Papa Francisco, Bispo de Roma, fez o que todos os bispos fazem logo à noite [em geral, a celebração é à noite] e mesmo todos os párocos, neste dia único do ano em que não há missa (bom, em "Mau tempo no canal" há, mas é erro). Para mim, surpresa é se os anteriores papas não faziam este gesto, coisa que agora não posso confirmar.
Quinta-feira normal
A mentira de que os discípulos de Jesus roubaram o corpo dele para a seguir proclamarem a ressurreição "divulgou-se entre os judeus até ao dia de hoje", diz Mateus (28,15).
E, de facto, o sequestro do corpo de Jesus continua, mas entre cristãos.
Ontem, Quinta-feira santa, o Papa lavou os pés a algumas jovens. "Foi a primeira vez que um pontífice lavou os pés de raparigas", diz o "Público". Admira-me a quantidade de coisas que o Papa Francisco já fez "pela primeira fez", não por serem extraordinárias, mas serem comuns. Talvez ele banalize suficientemente o papado para se deixar de dizer "pela primeira vez" e se reparar mais como os atos deixam transparecer a normalidade do cristianismo. Des-sequestrar o corpo de Jesus Cristo.
E, de facto, o sequestro do corpo de Jesus continua, mas entre cristãos.
Ontem, Quinta-feira santa, o Papa lavou os pés a algumas jovens. "Foi a primeira vez que um pontífice lavou os pés de raparigas", diz o "Público". Admira-me a quantidade de coisas que o Papa Francisco já fez "pela primeira fez", não por serem extraordinárias, mas serem comuns. Talvez ele banalize suficientemente o papado para se deixar de dizer "pela primeira vez" e se reparar mais como os atos deixam transparecer a normalidade do cristianismo. Des-sequestrar o corpo de Jesus Cristo.
quinta-feira, 28 de março de 2013
Pirotecnia
Se examinarmos atentamente os evangelhos, ficamos estupefactos dando-nos conta de que na realidade eles não descrevem o ato da ressurreição de Jesus. São somente os apócrifos, isto é, os escritos populares fantasistas , que se ocupam de reconstruções pitorescas e pirotécnicas.
Gianfranco Ravasi
Gianfranco Ravasi
terça-feira, 26 de março de 2013
É hoje. "Um novo Papa, uma nova Igreja?"
A eleição do novo Papa, a escolha do seu nome, os seus
primeiros gestos e discursos surpreenderam muita gente, dentro e fora do espaço
católico. O que se viveu nos últimos dias significa que estaremos no início de
um processo de mudanças significativas na Igreja Católica ou apenas na forma de
exercer o papado?
Para debater esta questão e as expectativas do pontificado
do Papa Francisco, promovemos o Encontro “Um novo Papa, uma nova Igreja?”, que
terá lugar no próximo dia 26 de março (terça-feira), entre as 10h00 e as 13h00,
no CES-Lisboa (Picoas Plaza, Rua do Viriato, 13 – Lj. 117/118).
Participarão neste encontro quatro oradores de várias
proveniências: Isabel Galriça Neto (médica e deputada do CDS-PP), Teresa Toldy
(teóloga, investigadora do CES e professora da Universidade Fernando Pessoa),
Fernando Ventura (frade franciscano) e Alberto Brito (padre jesuíta, provincial
da Companhia de Jesus em Portugal), além de vários jornalistas que, em Roma,
acompanharam o conclave e a eleição do novo Papa.
Esta actividade é uma colaboração entre os jornalistas que
têm dinamizado os encontros sobre Religião e Media (António Marujo, Joaquim
Franco e Manuel Vilas Boas) e o Policredos – Observatório para a Diversidade
Cultural e Religiosa na Europa do Sul, do Centro de Estudos Sociais da
Universidade de Coimbra.
Involucionismo
Frase do P.e Mersch que Yves Congar gostava especialmente de citar:
"É por falta de esqueleto que alguns animais têm de se envolver em carapaças".
"É por falta de esqueleto que alguns animais têm de se envolver em carapaças".
segunda-feira, 25 de março de 2013
Tolentino de Mendonça: "A Igreja não precisa só de correcção, precisa de inspiração"
Entrevista a Tolentino de Mendonça no "Público" de ontem. Diz (na quarta página) - é o aspeto que destaco - que é preciso dar mais representatividade às mulheres, mas que a questão da ordenação está encerrada.
domingo, 24 de março de 2013
Muito cristianismo para ler no "Público" de hoje
Capa do "Público" de hoje, 24 de março de 2013
No "Público" de hoje são imensos os textos de interesse para quem anda na órbita cristã. Vejamos, a começar pelo caderno principal:
- nas páginas 8 a 11, há uma entrevista a Tolentino de Mendonça. "A Igreja não precisa só de correção, precisa de inspiração";
- na página 28, fala-se do encontro entre os dois Papas. "Dois Papa estiveram juntos, algo nunca visto na História da Igreja". Bonifácio VII, se viu Celestino V, foi para o mandar prender;
- na página 53, surge a crónica de Bento Domingues, "Semana das alianças malditas";
- na página 54, Portocarrero de Almada critica os que olham para os sapatos do Papa e conclui que "qualquer que seja a sandália do pescador, são sempre «formosos os pés dos que anunciam o Evangelho»".
Na revista 2, sem contar com o texto sobre António Borges (que é católico, mas julgo que esse aspeto não terá destaque nas oito páginas sobre o liberal) há:
- Bárbara Reis a dizer que "coragem" vem de "coração" e que "já todos percebemos - religiosos e ateus - que vamos ouvir este Papa" (pág. 4);
- o fotógrafo Sérgio B. Gomes diz que numa foto de uma senhora a rezar em Los Angeles vê mais religião e fé do que numa centena de fotografias de fiéis no Vaticano (pág. 11);
- nas páginas 20 a 27, uma reportagem sobre Jorge Mario Bergoglio em Buenos Aires. A capa do caderno principal remete para esta peça assinada por Ana Cristina Pereira.
Bento Domingues: "Semana das alianças malditas"
Bento Domingues no "Público" de hoje:
Na Igreja Católica, embora sabendo que uma andorinha não faz
a Primavera, vive-se um momento de esperança. A facilidade e a rapidez com que
simples e breves sinais preanunciaram mudanças indispensáveis mostram até que ponto
estávamos e estamos saturados de "Inverno". Dentro e fora da Igreja,
a urgência de um outro rumo global só a não deseja quem cresce à custa do
afundamento dos outros. A miopia financeira nunca perceberá que não é o império
do dinheiro que salvará o mundo.
sábado, 23 de março de 2013
Anselmo Borges: "Quando o nome pode ser todo um programa"
Texto de Anselmo Borges no DN de hoje.
Não foi para mim completa surpresa o cardeal argentino Bergoglio, jesuíta. O que constituiu surpresa foi a escolha do nome: Francisco, sugerido pelo colega, cardeal Hummes, de São Paulo, quando o abraçou e lhe disse: "não te esqueças dos pobres." O Papa Francisco explicou: "Essa palavra entrou aqui (apontou para a cabeça): os pobres. Pensei imediatamente em Francisco de Assis. Assim surgiu o nome no meu coração." E exclamou: "Ah, como gostaria de uma Igreja pobre e para os pobres", provocando a ovação dos jornalistas.
E as suas palavras e gestos têm correspondido ao que o nome de Francisco de Assis representa. A simplicidade não teatral, até no vestir e calçar, inclinar-se perante a multidão, a fala cordial e descomplicada, uma cruz peitoral barata, o desejo de "bom descanso" e "bom almoço", ir pagar as despesas de hospedagem, o humor, palavras de ternura e compaixão: isso aproximou-o das pessoas, que agora se podem aproximar, pois é um homem entre homens e mulheres, como Cristo. "Cristo é o centro; o centro não é o sucessor de Pedro." Afinal, a Constituição da Igreja é mesmo o Evangelho e não o Código de Direito Canónico.
Sublinhe-se o seu respeito pela liberdade de consciência. "Tinha-vos (aos jornalistas) dito que vos daria de todo o coração a minha bênção. Muitos de vós não pertencem à Igreja Católica, outros não são crentes. Dou-vos de coração esta bênção, em silêncio, a cada um de vós, respeitando a consciência de cada um, mas sabendo que cada um de vós é filho de Deus. Que Deus vos abençoe."
No passado dia 12, frente àquela pompa toda dos 115 cardeais a entrar na Capela Sistina, para o conclave, perguntei-me pela simplicidade do Evangelho e sobretudo quem representava as mulheres, as famílias, os jovens, os católicos em geral. A Francisco de Assis pareceu--lhe uma vez, numa pequena ermida, ouvir dos lábios de Cristo crucificado: "Francisco, repara a minha Igreja, que ameaça ruína." Espera-se que o Papa Francisco refaça o rosto da Igreja tão desfigurado. No quadro de uma Igreja-instituição descredibilizada, que reforme a Cúria Romana, tornando-a ágil, transparente e colegial. Significativamente, Francisco tem-se referido a si mesmo como bispo de Roma e não como Papa, transmitindo a mensagem de que quer descentralizar, tornando eficaz a colegialidade dos bispos: ele exerce o ministério da unidade numa Igreja solidariamente co-responsável. Francisco tem força e determinação para acabar com os escândalos da pedofilia, do Vatileaks, do Banco do Vaticano.
O peruano Vargas Llosa, prémio Nobel da literatura, agnóstico, pensa que Francisco "parece moderno" e espera que "inicie o processo de modernização da Igreja, libertando-a de anacronismos como não tratar temas como o sexo e a mulher". Francisco de Assis impôs-se também pela fraternidade. Como poderá então Francisco Papa esquecer mais de metade dos católicos, as mulheres, ainda discriminadas na Igreja, povo de Deus? Um pormenor: dirigiu-se ao povo como irmãos e "irmãs". E como pode não proceder a uma revisão da atitude da Igreja face ao corpo e à sexualidade? Aí está a questão dos anticonceptivos, do celibato obrigatório - neste do- mínio, talvez comece pela ordenação de homens casados. Neste contexto de fraternidade franciscana, pode contar-se com a sua luta pela justiça, pelos direitos dos pobres, dos mais débeis, para que todos possam realizar dignamente a sua humanidade. O meio ambiente, os problemas ecológicos, a preservação da natureza, criação de Deus e habitação da humanidade não serão esquecidos.
Em tempo de cruzadas, Francisco de Assis pôs-se a caminho para ir dialogar com o sultão no Egipto. Francisco Papa não abandonará a urgência da continuação do diálogo ecuménico entre as Igrejas cristãs e do diálogo inter-religioso e intercultural. Francisco Papa, um sul-americano com raízes europeias e o responsável máximo pela Igreja católica, organização verdadeiramente global, ocupa um lugar privilegiado para estabelecer pontes entre nações e povos e culturas, a favor da justiça e da paz, num mundo cada vez mais policêntrico e multipolar.
Há razões para uma esperança paciente.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Como se chamava o Papa antes de Francisco?
Vou reler hoje à tarde a "Deus caritas est", do Papa, alguém ainda se lembra dele?, Bento XVI. Parece que sim, mas só quando Francisco lhe telefona. Eu, que não gostei muito de Bento XVI, mas era o Papa dos católicos, não gosto muito do que lhe estão a fazer. A papofilia que antes lhe dedicava tudo, agora vai por outro lado. Faz tanta falta a consciência crítica.
quinta-feira, 21 de março de 2013
Quem escreveu isto? "Nunca haverá um papa chamado Francisco"
Quem escreveu isto?
"Com este Vaticano, nunca haverá um papa chamado Francisco,
porque Francisco destruía as regras humanas apenas na obediência ao Evangelho.
Nenhuma estrutura piramidal, nenhuma burocracia, nenhum privilégio".
a) João XXIII
b) Paulo VI
c) João Paulo II
d) Bento XVI
Selecione para saber a resposta: Paulo VI, em 1969. Li aqui.
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