quinta-feira, 16 de junho de 2011
Chesterton Brasil
“Tentei criar uma nova heresia; mas, quando já lhe aplicava os últimos remates, descobri que era apenas a ortodoxia”.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Morreu o teólogo José Comblin
sábado, 19 de março de 2011
19 de Março de 1534. Nasce José de Anchieta, um dos fundadores de São Paulo
Tendo ingressado na Companhia de Jesus [em Coimbra], parte para o Brasil no ano de 1553, onde, na missão de Piratininga, empreende múltiplas actividades pastorais com o escopo de aproximar e ganhar para Cristo os índios das florestas virgens. Ele ama com imenso afecto os seus irmãos «Brasis», participa da sua vida, aprofunda-se nos seus costumes e compreende que a sua conversão à fé cristã deve ser preparada, ajudada e consolidada por um apropriado trabalho de civilização, para a sua promoção humana. Seu zelo ardente o move a realizar inúmeras viagens, cobrindo distâncias imensas no meio de grandes perigos. Mas a oração contínua, a mortificação constante, a caridade fervente, a bondade paternal, a união íntima com Deus, a devoção filial à Virgem Santíssima — que ele celebra em um longo poema de elegantes versos latinos —, dão a este grande filho de Santo Inácio uma força sobre-humana, especialmente quando deve defender contras as injustiças dos colonizadores os seus irmãos indígenas. Para eles compõe um catecismo, adaptado à sua mentalidade e que contribuiu grandemente para a sua cristianização. Por tudo isto ele bem mereceu o título de «apóstolo do Brasil».
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Cristo chora mel para que não sejamos tão amargos
sábado, 22 de janeiro de 2011
22 de Janeiro de 1492. Descoberta da Ilha de São Vicente, Cabo Verde

Cidade do Mindelo, na Ilha de São Vicente - Cabo Verde
A Ilha de São Vicente do arquipélago de Cabo Verde foi descoberta no dia 22 de Janeiro de 1462. Recebeu o nome que tem porque 22 de Janeiro é dia de São Vicente.
Passados 40 anos, em 1502, os portugueses descobrem mais uma ilha, desta vez no Brasil, no litoral do estado de São Paulo. Que nome lhe dar? São Vicente, pois claro.
Vicente de Saragoça, ou São Vicente de Fora, foi martirizado no século IV, em Valência. Era diácono. É o padroeiro da Diocese do Algarve e do Patriarcado de Lisboa.
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Campanha contra a sida serviu-se de Bento XVI

As Juventudes Socialistas de Andalucía fizeram um cartaz e um vídeo que aludem à referência de Bento XVI ao preservativo e à Eucaristia. Naturalmente, a iniciativa provocou pelo menos algum incómodo católico. Os bispos brasileiros (parece que a campanha chegou com estrondo ao outro lado ao Atlântico Sul) afirmaram: “Não podemos silenciar diante dessa grande ofensa que fere profundamente os sentimentos religiosos dos católicos”. E manifestaram-se junto das autoridades espanholas.
Na nota, os bispos realçam que, “no âmbito de suas atribuições e responsabilidades, a CNBB [Conferência Nacional dos Bispos do Brasil] deseja contribuir para que o homem e a mulher cresçam no diálogo, no respeito à liberdade, na defesa da vida, na promoção dos direitos humanos e na conquista dos verdadeiros valores que os tornem felizes conforme os planos de Deus”.
O vídeo da campanha espanhola, que é uma boa peça de abuso, mais forte do que o cartaz, e de manipulação da informação (quer do que as autoridades eclesiásticas dizem, quer do que dizem as organizações de luta contra a sida, quer no uso do "Halleluya" de Jeff Buckley), pode ser visto aqui.
Em baixo, imagens da campanha italiana de 2009.
domingo, 5 de setembro de 2010
Blogue: Cristo e Liberdade
Este blogue é católico, embora reconheça que o mais importante é ser cristão. Cristão é substantivo. Fundamental. Católico é adjectivo. Acrescento. Pelo menos na minha maneira de ver. Por isso, chamo a atenção para um blogue protestante que veio ao meu encontro. É de um jornalista, paulistano, de ascendência portuguesa, formado em Teologia Universidade Presbiteriana Mackenzie. Tem como título Cristo e Liberdade.
Realço três artigos, relativamente longos, que encerram novidades. Num fala-se de Agostinho de Hipona e a evolução dos seres vivos. Noutro, aborda-se a cultura e a arte no protestantismo. Noutro, por último, fala-se de teólogas feministas. Informativo. A seguir.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
17 de Agosto de 1987. Morre Carlos Drummond de Andrade

Carlos Drummond de Andrade (31-10-1902-17-08-1987), poeta de Minas Gerais que veio a morreu no Rio de Janeiro, é um dos grandes escritores da língua portuguesa no século XX.
Conheço pouco da sua obra, ainda que um amigo tenha sugerido com entusiasmo a leitura deste escritor.
Na Wikipedia diz-se que este aluno de jesuítas tem como tema dos seus escritos, entre outros, "a existência: a questão de estar-no-mundo".
Procurei poemas sobre Deus e encontrei três. Copio um. Gosto de pensar e sentir com os poetas.
Deus é triste.
Domingo descobri que Deus é triste
pela semana afora e além do tempo.
A solidão de Deus é incomparável.
Deus não está diante de Deus.
Está sempre em si mesmo e cobre tudo
tristinfinitamente.
A tristeza de Deus é como Deus: eterna.
Deus criou triste.
Outra fonte não tem a tristeza do homem.
domingo, 8 de agosto de 2010
Religião no encontro literário de Paraty

Termina hoje na cidadezinha de Paraty, no sul do estado do Rio de Janeiro, a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip). Entre muitos outros, estão lá Robert Crumb, que certamente falou do seu livro do Génesis aos quadradinhos (aqui apontado e nos textos circundantes). E Terry Eagleton (aqui referido). O reputado crítico literário que acredita em Deus e em Marx afirmou: "Dawkins é um racionalista fora de moda. Imagina que o Deus do século XVII é o mesmo Deus de Abraão. Confunde tudo, pensa que crer em Deus é algo tão questionável quanto crer em extraterrestres". Sítio da Flip aqui.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Fé e pontapés na bola
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Inferno, milagres e fé católica

"No meu entender a Igreja Católica entrou em declínio a partir do momento em que deixou de acreditar em prodígios e, portanto, de os praticar. O Papa ainda frequenta Fátima, certo, mas vai lá como quem visita uma tia doente. Nos dias de hoje nenhum sacerdote daria o menor crédito a um pastorinho que lhe dissesse ter visto a Virgem Maria dependurada de uma oliveira. Nos dias de hoje nem há mais pastorinhos. Um pastorinho já é quase uma aparição.
O Brasil, o maior país católico do mundo, é também aquele que mais devotos perde todos os anos.
Porquê?
Porque os devotos exigem milagres. Os devotos transferem-se, com o seu dízimo, o seu coração generoso, para as igrejas evangélicas, cujos bispos exorcizam demónios, devolvem a vista aos cegos e o movimento aos paralíticos. Uma Igreja é, na sua essência, abismo e mistério. Pura magia. Um sacerdote que não seja capaz de operar prodígios tem tanta credibilidade, tanta serventia, quanto uma cozinheira que não saiba arquitectar um bom bobó de camarão. Ao contrário do que propagam os católicos moderninhos, Fé e Ciência não são compatíveis. A Ciência veio destruir a Fé. Ao desculpar-se perante Galileu, João Paulo II abjurou. Achei uma vergonha, aquilo. Uma enormidade".
Excerto da crónica “Nelson Rodrigues, Papa, samba e futebol”, de José Eduardo Agualusa, na “Ler” de Junho de 2010.
Há textos feitos de afirmações verdadeiras que transmitem uma ideia falsa no seu todo. Este, feito de informações falsas (a Igreja pode estar em declínio na Europa, mas não no mundo; poucos devotos exigem milagres; a tensão entre Ciência e Fé é salutar para ambas; o Para apenas foi humilde…), transmite uma ideia verdadeira: a perda de encanto em relação à Igreja Católica.
Claro que, quanto a mim, a Igreja teria mais a perder se voltasse a ter uma credibilidade fundada em milagres, se desse o seu aval a qualquer aparição, se quisesse dominar a Ciência. Perderia em primeiro lugar para a questão da verdade. Mas não deixa de ser real que por vezes se afirma uma tal continuidade entre o que é ser católico e o homem / mulher com sólida formação moral que se perde o significado do cristianismo católico. Dilui-se a diferença cristã.
Outra forma de começar o texto de Agualusa seria: “No meu entender a Igreja Católica entrou em declínio a partir do momento em que deixou de acreditar no inferno e, portanto, de o anunciar”. Sem medo do inferno, sem inferno, para que ser crente, católico? Para quê seguir uma moral exigente? E no entanto, nem o medo nem o desejo de espectáculo (os prodígios, os milagres) devem ser os motores da fé.
Sobre o inferno, aliás, há uma frase admirável de Santo Agostinho, cito de cor: “Se amas a Deus com medo do inferno, não és um herói; és um cobarde”. E outra do Padre António Vieira, que dá – parece-me – o sentido genuíno do que é ser cristão neste mundo (cito de cor; note-se que a frase tanto pode ser interpretada no sentido de Cristo ser um ópio como no sentido de ser o que realmente dá força aos cristãos nos infernos intramundanos): “Quem está com Cristo está no paraíso, mesmo que esteja no inferno”. Não é de milagres que o cristão precisa. É de Cristo.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
A primeira missa no Brasil foi assim

“Ao domingo de Pascoela pela manhã, determinou o capitão de ir ouvir missa e pregação naquele ilhéu e mandou a todos os capitães que aprestassem os batéis e fossem com ele. E assim foi feito. Mandou naquele ilhéu armar um esperável e dentro dele um altar muito bem corregido. E ali com todos nós outros fez dizer missa, a qual foi dita pelo padre frei Henrique, em voz entoada, e oficiada com aquela mesma voz pelos outros padres e sacerdotes, que eram todos ali. A qual missa, sendo meu parecer, foi ouvida por todos com muito prazer e devoção.
Ali era com o capitão a bandeira de Cristo, com que saiu de Belém, a qual esteve sempre levantada da parte do Evangelho.
Acabada a missa, desvestiu-se o padre e subiu a uma cadeira alta; e nós todos lançados por essa areia. E pregou uma solene e proveitosa pregação da história do Evangelho, e no fim dela tratou de nossa vinda e achamento desta terra, conformando-se com o sinal da cruz, sob cuja obediência viémos, o que foi muito a propósito e fez muita devoção”.
In Carta de Pero Vaz de Caminha sobre o descobrimento do Brasil.
26 de Abril de 1500. Primeira missa celebrada no Brasil
"A primeira missa no Brasil", 1861, quadro de Victor Meirelles de Lima, no Museu Nacional de Belas Artes (Brasil) Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil em 22 de Abril de 1500. No dia 26 seguinte, domingo de Pascoela, Frei Henrique de Coimbra, um dos elementos da frota, presidiu à primeira missa.
Regressado a Portugal, o frade ainda andou por África e Índia, sendo depois nomeado bispo de Ceuta. Morreu em Olivença, que era a sede do bispado de Ceuta, em 1532.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Roma e Brasília
terça-feira, 20 de abril de 2010
O verbo no infinito
Ser criado, gerar-se, transformarO amor em carne e a carne em amor; nascer
Respirar, e chorar, e adormecer
E se nutrir para poder chorar
Para poder nutrir-se; e despertar
Um dia à luz e ver, ao mundo e ouvir
E começar a amar e então sorrir
E então sorrir para poder chorar.
E crescer, e saber, e ser, e haver
E perder, e sofrer, e ter horror
De ser e amar, e se sentir maldito
E esquecer de tudo ao vir um novo amor
E viver esse amor até morrer
E ir conjugar o verbo no infinito...
segunda-feira, 29 de março de 2010
29 de Março de 1549. Chegam ao Brasil os primeiros jesuítas

Os primeiros jesuítas chegaram ao Brasil, à Bahia, no dia 29 de Março de 1549, chefiados por Manuel da Nóbrega (1517-1570, co-fundador da cidade de São Paulo). Com eles ia o primeiro governador-geral, Tomé de Souza.
Neste primeiro grupo estavam os seguintes jesuítas: Leonardo Nunes, João de Azpilcueta Navarro, António Pires e os irmãos jesuítas Vicente Rodrigues e Diogo Jácome.
No Brasil, os jesuítas dedicaram-se à pregação e à albetização. Era difícil a conversão sem leitura. Manuel da Nóbrega escreve numa carta, ao fim de 12 dias em terras de Vera Cruz: “Tem grandes desejos de aprender e, preguntados se querem, mostraõ grandes desejos. (...) Se ouvem tanger à missa, já acodem, e quando nos vem fazer, tudo fazem: assentão-se de giolhos, batem nos peitos, alevantão as mãos ao ceo”.
O espanhol José de Anchieta (1534-1597, co-fundador da cidade de São Paulo), que vai num segundo grupo a pedido de Manuel da Nóbrega, escreve por isso a “Arte de gramática da língua mais usada na costa do Brasil”, além dos “Poemas à Virgem Maria”, em latim.
Durante 210 anos, até à expulsão pelo Marquês de Pombal, em 1759, os jesuítas vão imperar no ensino brasileiro. No momento da expulsão, “tinham 25 residências, 36 missões e 17 colégios e seminários, além de seminários menores e escolas de primeiras letras onde havia casa da Companhia de Jesus” (li aqui).
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
16 de Fevereiro de 1928. Nasce Pedro Casaldáliga
Pedro Casaldáliga, bispo no Brasil desde 1971, nasceu perto de Barcelona em 16 de Fevereiro de 1928. Faz hoje 82 anos. Actualmente está muito doente. Sofre de Parkinson e diabetes. E as oito malárias que teve ao longo da vida também não serão alheias à debilidade.
Mas continua lúcido como sempre. Veja-se a reportagem da TVE em 2005, pouco depois de ter deixado os comandos da diocese de São Félix do Araguaia, território em grande parte povoado por indígenas.
Defensor dos indígenas (e crítico também de Lula nesse campo) e anticapitalista, Casaldáliga é dos nomes mais destacados da Teologia da Libertação. Concorde-se ou não com as suas posições (as suas cartas a Fidel Castro esquecem os aspectos mais negros), ninguém lhe nega a coerência e a voz profética que é.
Várias vezes ameaçado de morte, dele disse Paulo VI: “Quem toca em Pedro, toca em Paulo”.
Os seus escritos, cartas, poemas, circulares, entrevistas, em português e espanhol, estão todos na sua página pessoal, tudo disponível, tudo gratuito, claro, aqui.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
6 de Fevereiro de 1608. Nasce António Vieira
António Vieira, missionário jesuíta e diplomata, nasceu no dia 6 de Fevereiro de 1608, há 402 anos, em Lisboa, e morreu no dia 18 de Julho de 1697, na Bahia, Brasil, ele que disse que “para nascer, Portugal; para morrer, o mundo”.
Sendo uma boa ocasião para ler um dos sermões magistrais do jesuíta, onde encontrá-los na Internet?
Em sítios ".pt", não. Mas uma universidade brasileira publicou os principais sermões e outras obras. Aqui.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
"Tele-grama" de Natal, por Pedro José
"Tele-grama" de Natal
O que falta para ser feliz?
Espalhe o Natal.
É mais simples transmitir o bem.
Deixe de lado o auto-engano.
No presente, grávido de mistério (reler Odo Casel),
Deus encarnando-se santificou nossa Carne.
O Natal é a festa do Corpo.
O Corpo de um só Desejo.
Hodie é Natal.
Pequeno, prevenido e fecundo:
tomai, vivei e fazei... viver o Natal...
nas horas da Morte, nas horas de Vida.
Com o Ardor da Ternura!
Pedro José
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Acabou com a palavra "selvagem" na caracterização dos povos

Judeu de origem francesa nascido em Bruxelas, Claude Lévi-Strauss, que morreu há dias (há imprensa que diz que foi no domingo, 31; sítios na Internet dizem que foi no dia 30, sábado), contribuiu para apagar a palavra “selvagem” do vocabulário, diz o Público (aqui). No “Estado de São Paulo”, um depoimento oral explica como mostrou que “sociedades sem escrita falam através de mitos, de pinturas do rosto, dos trajes, dos objectos e utensílios”. Tudo constitui uma forma de organização social que nada tem de primitivo como se julgava então (anos 1930-1950).
Claude Lévi-Strauss, que no Brasil onde deu aulas era o Prof. Claude L. Strauss para não ser confundido com as calças de ganga, mostrou que grupos aparentemente inferiores têm formas de organização elaboradas. Civilização e “selvagens” têm a mesma humanidade em comum (estruturas) que se expressa em linguagens diferentes. Ouvir aqui.
Lévi-Strauss deu cabo do racismo, se ainda era preciso dar. E do etnocentrismo.
No Público de hoje o excerto de uma entrevista de 1999, quando Claude Lévi-Strauss estava quase a fazer 90 anos (aqui).
Vê-se como um sábio?
Ah não! Ao longo da minha existência, fiz os possíveis para me divertir ou, se quiser, para não me aborrecer [risos]. Foi por isso que trabalhei, porque se não o fizesse aborrecer-me-ia imenso. Escrevi apenas para passar o tempo. E não dou qualquer importância a isso.
Os que o leram dão. Por que razão se apaga tanto?
Se calhar, isso é que é ser sábio! [risos]. Os outros deram-me uma certa importância em certo momento, sobretudo os da mesma geração, nos anos 50, 60, 70. Hoje não se interessam pelo que faço ou fiz. E acho bem que assim seja.
O senhor é um dos últimos sobreviventes de toda uma geração de pensadores e escritores - Braudel, Lucien Febvre, Sartre, Merleau-Ponty, Raymond Aron, Dumézil, Breton, Max Ernst, Marcel Duchamp, Lacan, Alexandre Koyré, Foucault, Jakobson, a lista é interminável. Tem consciência da referência intelectual que representa?
Mas eu não sou uma referência. O que se passa é que vivi mais, sou mais velho. É tudo!
Bento XVI e os abusos sexuais
Programa para a breve folga da Páscoa, um destes dias: ler o que escreveu o bispo emérito de Roma, Bento XVI, sobre os abusos sexuais. As ...
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"Cristo Morto" (1521), de Hans Holbein Hoje é dia de Dostoiévski. Morreu há 129 anos. Uma das suas frases mais célebres é “A bele...







